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Considerou-se o edifício uma peça integrante de um sistema urbano complexo -carregado de memória de séculos sobrepostos mas também fragilizado por intervenções recentes - passível de introduzir uma alteração crítica à tipologia de lote dominante neste troço de cidade, que se caracteriza pela ocupação máxima do solo disponível. Entendeu-se revelar o interior do quarteirão, através do seu atravessamento, permitindo simultaneamente ligar a Rua Nova e a Travessa da Trindade. Com esta nova Permeabilidade o edifício pode vir a estabelecer uma nova relação crítica com o tecido urbano onde se implanta, estimulando, de forma regrada, fluxos e dinâmicas diversas na forma de habitar este troço de cidade. É também uma hipótese de re-invenção do ambiente urbano passível de ser executada através da simples substituição do esquema tipológico de um lote.

A instalação no edifício no interior do lote, uma peça abstracta intra-muros, leva o espaço público e privado a limites habitualmente não experimentados noutros programas. A ambiguidade criada por este dispositivo, entre interior e exterior, entre limite e fechamento, participa desta vontade de forçar os limites entre o público e o privado a uma nova condição. A pele de vidro que reveste o edifício vai sublinhar ainda mais a fluidez referida, parecendo imaterializar-se e oferecer como limite o muro caiado de branco.

 
 

sede oa faro
 
     
 
Localização: Faro

Projecto: 2003 (concurso)

Arquitectura: Ricardo Carvalho + Joana Vilhena

Equipa: Joana Vilhena, Ricardo Carvalho e Tiago Tomás

Estruturas: A2P_João Appleton

Instalações e Equipamentos Eléctricos e Mecânicos: Luis Alegra

Cliente: Ordem dos Arquitectos


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